Fisioterapia domiciliar · Torres e região
Fisioterapia neurológica adulto
A fisioterapia neurofuncional trata as alterações de movimento causadas por lesões ou doenças do sistema nervoso, como o AVC e a doença de Parkinson. O foco é a função: sentar, levantar, se equilibrar, andar e usar o braço e a mão nas tarefas do dia a dia, com o máximo de independência possível.
Para quem é
- AVC (derrame)
- Doença de Parkinson
- Esclerose múltipla
- Trauma cranioencefálico
- Lesão medular
- Neuropatias e Guillain-Barré
- Fraqueza depois de internação longa
O que eu avalio
- Diagnóstico, exames e evolução desde o início dos sintomas
- Tônus muscular, força, coordenação e sensibilidade
- Controle de tronco, equilíbrio sentado e em pé
- Transferências (cama, cadeira, vaso sanitário) e marcha
- Risco de quedas dentro da casa
Como é a sessão em casa
- Treino das tarefas que a pessoa precisa fazer, no lugar onde ela faz
- Técnicas do conceito neuroevolutivo Bobath e da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (PNF)
- Treino de equilíbrio e marcha, com ou sem dispositivo de apoio
- Orientação ao cuidador para posicionar, transferir e ajudar sem se machucar
- Sugestões de adaptação da casa para reduzir o risco de quedas
Quando procurar
- Depois de um AVC, assim que houver liberação médica: os primeiros meses são os de maior recuperação
- Quedas, tropeços ou passos cada vez mais curtos
- Dificuldade para levantar da cadeira, virar na cama ou trocar de roupa
- Rigidez, tremor ou um lado do corpo mais fraco que o outro
Dúvidas frequentes
O que é o conceito Bobath?
É uma abordagem de reabilitação para pessoas com lesão neurológica, como AVC. A fisioterapeuta usa o manuseio e a facilitação do movimento para que o paciente recupere controle postural e movimentos mais eficientes nas atividades do dia a dia. Sou pós-graduada no método Bobath e em Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (PNF).
Depois de quanto tempo do AVC dá para fazer fisioterapia?
A reabilitação deve começar assim que o quadro estiver estável e houver liberação médica. Os primeiros meses concentram a maior parte da recuperação, mas a fisioterapia continua trazendo ganhos funcionais em fases mais tardias também.
Fisioterapia ajuda na doença de Parkinson?
Sim. A fisioterapia trabalha equilíbrio, marcha, postura, flexibilidade e prevenção de quedas, que são pontos que a doença afeta. Ela não substitui o tratamento com o neurologista, mas faz parte dele.