Fisioterapia domiciliar · Torres e região

Fisioterapia neurológica adulto

A fisioterapia neurofuncional trata as alterações de movimento causadas por lesões ou doenças do sistema nervoso, como o AVC e a doença de Parkinson. O foco é a função: sentar, levantar, se equilibrar, andar e usar o braço e a mão nas tarefas do dia a dia, com o máximo de independência possível.

Para quem é

  • AVC (derrame)
  • Doença de Parkinson
  • Esclerose múltipla
  • Trauma cranioencefálico
  • Lesão medular
  • Neuropatias e Guillain-Barré
  • Fraqueza depois de internação longa

O que eu avalio

  1. Diagnóstico, exames e evolução desde o início dos sintomas
  2. Tônus muscular, força, coordenação e sensibilidade
  3. Controle de tronco, equilíbrio sentado e em pé
  4. Transferências (cama, cadeira, vaso sanitário) e marcha
  5. Risco de quedas dentro da casa

Como é a sessão em casa

  • Treino das tarefas que a pessoa precisa fazer, no lugar onde ela faz
  • Técnicas do conceito neuroevolutivo Bobath e da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (PNF)
  • Treino de equilíbrio e marcha, com ou sem dispositivo de apoio
  • Orientação ao cuidador para posicionar, transferir e ajudar sem se machucar
  • Sugestões de adaptação da casa para reduzir o risco de quedas

Quando procurar

  • Depois de um AVC, assim que houver liberação médica: os primeiros meses são os de maior recuperação
  • Quedas, tropeços ou passos cada vez mais curtos
  • Dificuldade para levantar da cadeira, virar na cama ou trocar de roupa
  • Rigidez, tremor ou um lado do corpo mais fraco que o outro

Dúvidas frequentes

O que é o conceito Bobath?

É uma abordagem de reabilitação para pessoas com lesão neurológica, como AVC. A fisioterapeuta usa o manuseio e a facilitação do movimento para que o paciente recupere controle postural e movimentos mais eficientes nas atividades do dia a dia. Sou pós-graduada no método Bobath e em Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (PNF).

Depois de quanto tempo do AVC dá para fazer fisioterapia?

A reabilitação deve começar assim que o quadro estiver estável e houver liberação médica. Os primeiros meses concentram a maior parte da recuperação, mas a fisioterapia continua trazendo ganhos funcionais em fases mais tardias também.

Fisioterapia ajuda na doença de Parkinson?

Sim. A fisioterapia trabalha equilíbrio, marcha, postura, flexibilidade e prevenção de quedas, que são pontos que a doença afeta. Ela não substitui o tratamento com o neurologista, mas faz parte dele.

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